Giroscópio de carro de polícia | Foto: Ilustrativa / LensGo
[Foto: Ilustrativa / LensGo]
Policiais civis da 21ª DP (Bonsucesso) e da 118ª DP (Araruama) prenderam, nesta quinta-feira (26/03), um homem acusado de estuprar e ameaçar a própria filha. A captura ocorreu no bairro do Rio Comprido, na região central do Rio de Janeiro, após ação conjunta das duas unidades policiais, que atuaram com base em informações de inteligência e investigação iniciada a partir de denúncia registrada em Araruama.
De acordo com as informações divulgadas, as diligências começaram logo após o caso ser comunicado à 118ª DP. As investigações apontaram que o crime teria ocorrido no dia 19 de fevereiro, no município de Araruama, na Região dos Lagos. Segundo o apurado, a vítima eria sido induzida pelo próprio pai a ingerir bebida alcoólica. Nesse contexto, o homem teria cometido o abuso sexual.
Ainda conforme os dados da investigação, o suspeito manteve contato com a vítima ao longo do mês de março, enviando mensagens e áudios com conteúdo de cunho sexual, além de ofensas e ameaças. Esses registros passaram a integrar o conjunto de provas reunidas pela Polícia Civil.
Durante o trabalho investigativo, os agentes ouviram testemunhas e coletaram elementos que corroboraram o relato da vítima. Com base nas evidências reunidas, a autoridade policial responsável pelo caso representou pela prisão preventiva do investigado.
Após a solicitação judicial, o homem deixou sua residência na Região dos Lagos e passou a ser considerado foragido. A fuga teria ocorrido após a representação pela sua captura, relacionada ao crime de estupro de vulnerável.
A ação integrada entre as equipes da 118ª DP e da 21ª DP permitiu identificar o paradeiro do homem no bairro do Rio Comprido, onde foi realizada a prisão.
Contra ele, foi cumprido mandado de prisão pelo crime de estupro de vulnerável. A operação foi conduzida de forma coordenada entre as delegacias envolvidas, resultando na detenção do acusado sem intercorrências.
Após a prisão, o homem foi encaminhado às autoridades competentes e permanece à disposição da Justiça.
O inquérito policial considerou o conjunto de evidências reunidas, incluindo relatos, testemunhos e registros de comunicação, como parte fundamental para a representação pela prisão preventiva. A medida foi solicitada com base na gravidade dos fatos investigados e no conteúdo das provas coletadas ao longo das diligências.
Com informações da Assessoria de Comunicação Social da Secretaria de Estado de Polícia Civil.