
Maças e Fita | 41st FIG Rhythmic Gymnastics World Championships | Photo: Richard Souza/GE
[Foto: Richard Souza / GE]
Terminou o 41º Campeonato Mundial de Ginástica Rítmica (41st FIG Rhythmic Gymnastics World Championships), a primeira edição realizada na América do Sul, na vibrante cidade do Rio de Janeiro.
Foram dias de ginástica rítmica, sim. Mas foram muito mais do que isso. Foram dias de treino duro, de concentração absoluta, de avaliações rigorosas, de execuções que parecem desafiar o impossível. Dias de conquistas, mas também de pequenos erros que, neste nível de competição, pesam como montanhas para cada ginasta. Dias de alegria, de abraços entre técnicas e ginastas, em cenas de ternura que ficam para sempre na memória.
Foram dias de imagens inesquecíveis: jovens que desafiam a gravidade e parecem flutuar no ar. Foram dias de arquibancadas apaixonadas, que aplaudiam sem reservas, que gritavam “Sua linda!” até para atletas que talvez não entendessem o idioma português, mas certamente compreenderam a essência do carinho. Porque a paixão pelo esporte e a admiração pelas ginastas, dispensam tradução.
Ao longo desses dias (incluindo os treinos que antecederam o início oficial e os cinco dias de competição, entre 20 e 24 de agosto) limites foram superados e medalhas foram conquistadas. Mas não foram apenas as ginastas e equipes que saíram vencedoras. O público ganhou o encantamento de assistir, a emoção de torcer de perto. Nós, jornalistas, ganhamos o privilégio de registrar a história viva do esporte diante dos nossos olhos. E o Rio de Janeiro, junto com o Brasil e toda a América Latina, ganhou um feito inédito: o de sediar um Campeonato Mundial de Ginástica Rítmica.
Agora, o que fica são imagens, memórias e saudades. Um evento que não apenas passou, mas marcou todos.






















